quarta-feira, 30 de setembro de 2009

CQC


A matéria sobre a nova integrante do CQC- Humor inteligente: Mônica Iozzi


A nova integrante do programa semanal da Bandeirantes nega qualquer favoritismo devido à sua condição feminina nas eliminatórias do concurso, que recebeu cerca de 28 mil inscrições e durou dois meses. "O teste foi igual para todo mundo. Conforme você ia avançando, mais boatos surgiam", acredita Monica. Ela diz que sentia falta de uma personagem feminina no "CQC", apesar de não considerá-lo machista. "O programa só tem a ganhar com isso". A atriz apontou Carol Zoccoli, Rogério Morgado e Luiz Higino como fortes candidatos na competição. "Eu sempre pensava neles como vencedores", diz. Monica critica o papel desempenhado pelas mulheres nos programas de humor da atualidade. "Eu sinto saudades de atrações como o 'TV Pirata', onde homens e mulheres atuavam na mesma função: fazer rir. Hoje, parece que é uma tendência as mulheres servirem como enfeite, seja pela roupa ou pela personagem, sempre gostosa e burra. Eu não me identifico com isso, não me colocaria nessa posição", diz ela, que elogia o desempenho cômico das atrizes Claudia Raia, Regina Casé e Deborah Bloch. Entre os nomes do humor atual que a nova integrante do "CQC" admira estão Maria Clara Gueiros e Pedro Cardoso. "Ele é um exemplo, não só de comédia, pois consegue fazer isso e outros trabalhos muito bem. Gostaria de me aproximar dessa fórmula para não ser tachada só como humorista", diz Monica, que cita Mussum e Nair Bello como seus ícones do riso no passado. Monica Iozzi, que já trabalhou como recepcionista de eventos e garçonete para se sustentar durante o período em que trabalhou no teatro, terá um contrato inicial de três meses com o programa da Band, com possibilidade de renovação. Sobre valores, ela desconversa ao estilo "CQC": "Ainda não conversamos sobre isso, mas espero que dê para pagar as contas".

Uma linda história de Vida!


A moça desta foto se chama Katie Kirkpatrick, e tem 21 anos. Ao lado dela está seu noivo Nick de 23 anos.. A foto foi tirada pouco antes da cerimônia de casamento dos dois, realizada em 11 de janeiro de 2005, nos EUA. Katie tem câncer em estado terminal e passa horas por dia recebendo medicação. Na foto Nick aguarda o término de mais uma de suas sessões.
Apesar de sentir muita dor, de vários órgãos esteram apresentando falências e de ter que recorrer à morfina, Katie levou adiante o casamento e fez questão de cuidar de todos os detalhes. O vestido teve que ser ajustado várias vezes, pois Katie perde peso todos os dias devido ao câncer.
Um acessório inusitado na festa foi o tubo de oxigênio usado por Katie. Ele acompanhou a noiva em toda a cerimônia e na festa também. O outro casal da foto são os pais de Nick, emocionados com o casamento do filho com a mulher que ele foi namorado desde a adolescência.
Katie, sentada em uma cadeira de rodas e com o tubo de oxigênio, escutando o marido e os amigos cantando para ela.
No meio da festa, Katie pára para descansar um pouco. A dor a impede de ficar em pé por muito tempo.
Katie morreu 5 dias depois do casamento. Ver uma mulher tão debilitada vestida de noiva e com um sorriso nos lábios nos faz pensar...a felicidade sempre está ao alcance, dure enquanto dure, por isso devemos deixar de complicar nossas vidas...

A vida é curta, por isso...
Trabalhe como se fosse seu primeiro dia;
Perdoe rapidamente;
Beije demoradamente;
Ame verdadeiramente;
Ría incontrolavelmente e nunca deixe de sorrir, por mas estranho que seja o motivo.
A vida pode não ser a festa que esperamos, mas enquanto estamos aqui, devemos sorrir e agradecer...

ATRITE-SE

Ninguém muda ninguém;
ninguém muda sozinho;
nós mudamos nos encontros.
Simples, mas profundo, preciso.
É nos relacionamentos que nos transformamos.
Somos transformados a partir dos encontros,
desde que estejamos abertos e livres
para sermos impactados
pela idéia e sentimento do outro.
Você já viu a diferença que há entre as pedras
que estão na nascente de um rio,
e as pedras que estão em sua foz?
As pedras na nascente são toscas,
pontiagudas, cheias de arestas.
À medida que elas vão sendo carregadas
pelo rio, sofrendo a ação da água
e se atritando com as outras pedras,
ao longo de muitos anos,
elas vão sendo polidas, desbastadas.
Assim também agem nossos contatos humanos.
Sem eles, a vida seria monótona, árida.
A observação mais importante é constatar
que não existem sentimentos, bons ou ruins,
sem a existência do outro, sem o seu contato.
Passar pela vida sem se permitir
um relacionamento próximo com o outro,
é não crescer, não evoluir, não se transformar.
É começar e terminar a existência
com uma forma tosca, pontiaguda, amorfa.
Quando olho para trás, vejo que hoje carrego em meu ser
várias marcas de pessoas extremamente importantes.
Pessoas que, no contato com elas,
me permitiram ir dando forma ao que sou,
eliminando arestas, transformando-me em alguém melhor,
mais suave, mais harmônico, mais integrado.
Outras, sem dúvida,com suas ações e palavras me criaram novas arestas, que precisaram ser desbastadas.
Faz parte...
Reveses momentâneos servem para o crescimento.
A isso chamamos experiência.
Penso que existe algo mais profundo,
ainda nessa análise.
Começamos a jornada da vida como grandes pedras, cheias de excessos.
Os seres de grande valor,
percebem que ao final da vida,
foram perdendo todos os excessos
que formavam suas arestas,
se aproximando cada vez mais de sua essência,
e ficando cada vez menores, menores, menores..
Quando finalmente aceitamos
que somos pequenos, ínfimos,
dada a compreensão da existência
e importância do outro,
e principalmente da grandeza de DEUS,
é que finalmente nos tornamos grandes em valor.
Já viu o tamanho do diamante polido, lapidado?
Sabemos quanto se tira
de excesso para chegar ao seu âmago.
É lá que está o verdadeiro valor...
Para chegarmos a esse âmago,
temos que nos permitir,
através dos relacionamentos,
ir desbastando todos os excessos
que nos impedem de usá-lo,
de fazê-lo brilhar.
Por muito tempo em minha vida acreditei
que amar significava evitar sentimentos ruins.
Não entendia que ferir e ser ferido,
ter e provocar raiva,
ignorar e ser ignorado
faz parte da construção do aprendizado do amor.
Não compreendia que se aprende a amar
sentindo todos esses sentimentos contraditórios e...
os superando.
Ora, esses sentimentos simplesmente
não ocorrem se não houver envolvimento...
E envolvimento gera atrito.
Minha palavra final: ATRITE-SE!
Não existe outra forma de descobrir o AMOR.
E sem ele a VIDA não tem significado.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

LIVRO DOS DIAS- RENATO RUSSO

Deixo a todos vocês, a letra de uma das músicas do Poeta Renato Russo que mais me toca.



"Ausente o encanto antes cultivado
Percebo o mecanismo indiferente
Que teima em resgatar sem confiança
A essência do delito então sagrado
Meu coração não quer deixar, Meu corpo descansar
E teu desejo inverso é velho amigo Já que o tenho sempre a meu lado
Hoje estão aceitas pelo nome O que perfeito entregas mas é tarde
Só daria certo aos dois que tentam Se ainda embriagado pela fome
Exatos teu perdão e tua idade O indulto a ti tomasse como bênção
Não esconda tristeza de mim
Todos se afastam quando o mundo está errado
Quando o que temos é um catálogo de erros,
Quando precisamos de carinho, Força e cuidado
Este é o livro das flores
Este é o livro do destino
Este é o livro de nossos dias
Este é o dia de nossos amores"

Breve diálogo entre o teólogo brasileiro Leonardo Boff e o Dalai Lama.

Breve diálogo entre o teólogo brasileiro Leonardo Boff e o Dalai Lama.

Leonardo Boff explica:
"No intervalo de uma mesa-redonda sobre religião e paz entre os povos, na qual ambos (eu e o Dalai Lama) participávamos, eu, maliciosamente, mas também com interesse teológico, lhe perguntei em meu inglês capenga: - "Santidade, qual é a melhor religião?" (Your holiness, what`s the best religion?)
Esperava que ele dissesse: "É o budismo tibetano" ou "São as religiões orientais, muito mais antigas do que o cristianismo."
O Dalai Lama fez uma pequena pausa, deu um sorriso, me olhou bem nos olhos - o que me desconcertou um pouco, por que eu sabia da malícia contida na pergunta - e afirmou:
"A melhor religião é a que mais te aproxima de Deus, do Infinito.
É aquela que te faz melhor."
Para sair da perplexidade diante de tão sábia resposta, voltei a perguntar: - "O que me faz melhor?"
Respondeu ele: -"Aquilo que te faz mais compassivo" (e aí senti a ressonância tibetana, budista, taoísta de sua resposta), aquilo que te faz mais sensível, mais desapegado, mais amoroso, mais humanitário, mais responsável... Mais ético...A religião que conseguir fazer isso de ti é a melhor religião..."
Calei, maravilhado, e até os dias de hoje estou ruminando sua resposta sábia e irrefutável...
Não me interessa amigo, a tua religião ou mesmo se tem ou não tem religião.O que realmente importa é a tua conduta perante o teu semelhante, tua família, teu trabalho, tua comunidade, perante o mundo...
Lembremos:"O Universo é o eco de nossas ações e nossos pensamentos".A Lei da Ação e Reação não é exclusiva da Física. Ela está também nas relações humanas. Se eu ajo com o bem, receberei o bem. Se ajo com o mal, receberei o mal.
Aquilo que nossos avós nos disseram é a mais pura verdade:
"terás sempre em dobro aquilo que desejares aos outros".
Para muitos, ser feliz não é questão de destino. É de escolha.
(Pense nisso)

quarta-feira, 2 de setembro de 2009